Deixe a sua fritura menos nociva em oito passos

Método está longe de ser saudável, mas é possível reduzir os danos

POR ANA PAULA DE ARAUJO - ATUALIZADO EM 07/11/2016

Fritar os alimentos está longe de ser um método bem aceito por nutricionistas e profissionais da saúde. O aquecimento faz com que a gordura insaturada presente no óleo se transforme em saturada ou trans. "Essas gorduras elevam o LDL, o colesterol ruim, aumentando a incidência de doenças cardíacas", explica a nutricionista funcional Roseli Rossi, da Clínica Equilibrio Nutricional. "Além disso, a fritura chega a triplicar o número de calorias do alimento, já que agrega gordura ao preparo", acrescenta a nutricionista Sandra da Silva, da Gastro Obeso Center, em São Paulo. Para tentar reduzir parte desses malefícios, pedimos a quatro nutricionistas que indicassem alguns cuidados no preparo. Confira:

Invista nos óleos mais saudáveis

Os óleos vegetais são unanimidade entre as nutricionistas. Eles naturalmente não contam com a gordura saturada, responsável pelo aumento do risco de doenças cardíacas. O de canola possui uma das maiores quantidades de ômega 3 - ácido graxo essencial que protege os vasos sanguíneos - dentre os óleos. O de soja conta com ômega 6, assim como o óleo de milho. Já o óleo de girassol e o azeite de oliva, segundo um estudo realizado pela Autonomous University of Madrid, não aumentam o risco de problemas cardíacos quando utilizados em frituras, o que os torna ainda mais indicados.