É possível comer bem num self-service?

ARTIGO DE ESPECIALISTA - PUBLICADO EM 15/05/2007

Ellen Simone Paiva
Endocrinologia e Metabologia
especialista minha vida

Até meados dos anos 80, eram raras as opções para quem precisava almoçar fora de casa. As alternativas restringiam-se aos restaurantes com serviço à la carte, lanchonetes ou pequenos estabelecimentos comerciais que ofereciam o prato feito, o popular PF . Essas alternativas deixavam a desejar pelo preço ou pela demora no atendimento. O cenário começou a mudar com a instalação de redes de fast-food e o surgimento dos restaurantes self-service por quilo. Essa última opção permitiu ao consumidor escolher entre vários pratos de saladas, carnes e massas, pagando apenas pelo seu consumo individual. Foi uma mudança de comportamento que alterou a hora do almoço nas grandes cidades.

Hoje, esse é um ramo bastante disputado. De acordo com o Sebrae-SP, existiam, em 2005, cerca de 800 mil restaurantes desse gênero nada menos que o dobro em relação a 2000. Só na capital paulista, 2,5 mil

restaurantes por quilo dividem o mercado dessa alimentação prática, saudável e econômica. Almoçar no self-service é a primeira opção para quem quer fazer uma refeição rápida, porque a comida servida é boa, já está pronta e tem um preço médio atrativo. O cardápio normalmente oferece todos os grupos de alimentos, com várias opções de frutas e hortaliças, carboidratos e proteínas de origem animal e vegetal, preparados de diversas maneiras e possibilitando uma escolha de alimentação saudável. Atendendo, assim, as preferências e as necessidades nutricionais de cada um. Antes de se servir, você deve conferir todas as opções disponíveis: das saladas aos pratos quentes, passando pelas sobremesas. Com isso, é possível escolher um alimento de cada grupo e evitar os excessos diante de opções tão variadas.

Nas próximas colunas, veja dicas práticas para montar seu prato.











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