Como o estresse pode afetar a nutrição?

Reação emocional pode prejudicar hábitos alimentares e levar à deficiência de nutrientes

POR INFORME PUBLICITÁRIO - PUBLICADO EM 16/09/2019

O organismo responde ao estresse de diferentes formas, não só com a raiva. Algumas delas, por exemplo, são a queda na produtividade, o prejuízo nas relações interpessoais e com a alimentação - o que impacta na nutrição e no bem-estar do organismo, de uma forma geral1.

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O aumento da produção do hormônio cortisol causado pelo estresse ativa o sistema de recompensa cerebral (SRC), que faz com que o corpo "peça" alimentos ricos em gordura e açúcar (eles geram prazer e emoções positivas) para aliviar o estado emocional, além de poder levar ao consumo excessivo de álcool2.

Há, ainda, uma mudança nos hábitos no próprio comer: pessoas estressadas tendem a mastigar mal e a pular refeições, por exemplo. A absorção dos nutrientes fica comprometida3,4.

Entender como o estresse está afetando sua nutrição é o primeiro passo para melhorar sua vida: a partir do autoconhecimento, você pode adotar práticas mais saudáveis e eliminar os efeitos nocivos dessa dinâmica.

Durante o processo, uma boa alternativa para repor os nutrientes perdidos é o consumo de multivitamínicos. Eles não são remédios, e sim uma complementação alimentar, e não têm contraindicações, pois o organismo os usa para repor as vitaminas e minerais em déficit e logo descarta o que não foi necessário.

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Diferentes perfis pedem diferentes tipos de multivitamínicos, e linhas como a de Pharmaton levam isso em consideração. Existe Pharmaton Complex, que estimula o metabolismo energético; Pharmaton Energy, para quem almeja mais energia e concentração; Pharmaton 50+, com ômega 3; e Pharmaton Mulher, que estimulam a saúde dos cabelos, pele e unhas.

Conheça, a seguir, as três principais maneiras como o estresse afeta a nutrição e o que fazer para reverter o quadro.

Mastigar mal

É consenso entre os especialistas médicos que é importante mastigar bem os alimentos. À medida que a pessoa se alimenta, são emitidos avisos para que o organismo se prepare quimicamente para a assimilação dos nutrientes; se a mastigação e a ingestão da comida e da bebida são muito rápidas, essa comunicação fica falha e não há tempo suficiente para tal organização química3.

"Mastigar bem" é um conjunto que inclui, entre outros aspectos, a velocidade (não deve ser muito rápida), a trituração dos alimentos (eles devem estar bem fragmentados ao ser engolidos) e o tamanho da porção colocada na boca (deve ser suficiente para uma mastigação confortável)3.

Pular o café da manhã

Um cafezinho puro é considerado suficiente para quem está em um vórtice de estresse e pressa. Mas o corpo não concorda com essa ideia: pular a primeira refeição do dia leva à queda de nutrientes no organismo e ao consumo excessivo de calorias na próxima refeição, como uma forma de compensação pela privação anterior4.

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Em longo prazo, esse hábito pode ser relacionado ao desenvolvimento de inflamações e à pouca flexibilidade metabólica4. Há, ainda o risco de desenvolvimento de doenças metabólicas, como diabetes5.

Exagerar no consumo de bebidas alcoólicas

Para relaxar ao final de um dia estressante, é comum muitas pessoas recorrerem a um, dois ou mais copos de bebida alcoólica. Os números deixam isso claro: o consumo médio diário entre as pessoas que bebem álcool é de 33 gramas, equivalente a 300 ml de vinho ou 750 ml de cerveja ou 80 ml de bebidas destiladas (vodca ou uísque, por exemplo)6.

Além de afetar a coordenação motora, a concentração e o emocional, o consumo elevado de álcool prejudica a nutrição. Observam-se, entre quem bebe cronicamente, efeitos como absorção de nutrientes reduzida e deficiências na utilização dos nutrientes quando eles entram no sistema7.

As carências mais notáveis são de vitamina B1 (tiamina), essencial para o funcionamento do cérebro, do coração e dos músculos e para o metabolismo da glicose, e do ácido fólico, o que pode causar anemias, problemas digestivos, cansaço e insônia, entre outros prejuízos à saúde7.

Referências:

1. AIS - The American Institute of Stress. Stress Effects. Disponível em: https://www.stress.org/stress-effects

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2. Penaforte, Fernanda R. de O. Associação entre estresse e comportamento alimentar em estudantes universitários, p. 226-227.

3. Menegassi, Bruna. Mastigação: reflexões e interfaces com a saúde, p. 2. Disponível em: https://www.abrasco.org.br/site/wp-content/uploads/2017/11/ENSAIOS-DI%C3%81LOGOS-5_ARTIGO-7.pdf

4. Zalewska, Magdalena et al. Selected nutritional habits of teenagers associated with overweight and obesity. Disponível em: https://peerj.com/articles/3681/

5. Batista, Jorge GC et al. Nutritional Status Associated to Skipping Breakfast in Brazilian Health Service Patients. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27434543

6. OPAS - Organização Pan-Americana de Saúde. Uso nocivo de álcool mata mais de 3 milhões de pessoas a cada ano; homens são a maioria. Disponível em: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5763:uso-nocivo-de-alcool-mata-mais-de-3-milhoes-de-pessoas-a-cada-ano-homens-sao-a-maioria&Itemid=839

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7. CRR-UFMG ? Centro de Referência Regional em Drogas da Universidade Federal de Minas Gerais. Álcool. Disponível em: https://crr.medicina.ufmg.br/saber-sobre/alcool