Descubra qual é o melhor tipo de esmalte para as suas unhas

Unhas amareladas, esbranquiçadas ou cutículas ressecadas pedem cuidados especiais

POR MANUELA PAGAN - PUBLICADO EM 07/08/2013

Verde, vermelho, azul, preto, rosa ou bege: a cor é sua única preocupação na hora de escolher o esmalte? Se sim, você está deixando passar uma série de detalhes que podem detonar seu visual muito mais do que o tom errado. Essas escolhas deixam em segundo plano a saúde das unhas e o resultado a longo prazo pode ser desastroso. Para se ter uma ideia, o compartilhamento do esmalte - hábito comum em salões de beleza - representa um perigo: quando aplicado em uma unha com micose, ele pode carregar o fungo e transmiti-lo para unhas saudáveis. Unhas amareladas, com manchas esbranquiçadas, cutículas ressecadas também precisam de atenção. Seja qual for seu problema, há sempre um cuidado que elimina o incômodo. Confira a seguir as medidas necessárias de acordo com cada tipo de problema relacionados às unhas.

Para quem tem pele sensível e predisposição a alergias

Quem tem a pele sensível na região das mãos e cutícula tem uma tendência a ter reações alérgicas. "Os esmaltes hipoalergênicos ou os chamados '3 free', que são os mais produtos livres dos componentes químicos tolueno, formaldeído e DBP", explica a dermatologista Cíntia Outsubo, membro da Sociedade brasileira de Dermatologia. "Estas substâncias conferem brilho, consistência e fixação aos esmaltes, porém são as substâncias que potencialmente causam mais reações alérgicas". Além destas substâncias citadas, que são as causadoras mais comuns de reações, existem outras que também podem causar reações:

- Mica: está presente nos esmaltes cintilantes.;
- Sulfato de Níquel: presentes em esmaltes azuis;
- Nitrocelulose;
- Cloreto de cobalto.

As reações alérgicas podem se manifestar como vermelhidão, coceira e até inchaço em regiões como dedos, cutículas, pálpebras, rosto e pescoço. Para quem é mais sensível, o ideal seria não ter contato com o esmalte que contenha a substância alergênica específica, portanto, não adianta passar o esmalte longe das cutículas, uma vez que a dermatite de contato pode se manifestar em outras partes do corpo.