Equilíbrio: o caminho para a saúde financeira

Ela está relacionada à saúde da mente e do corpo; fique atento

POR REDAÇÃO - PUBLICADO EM 13/11/2009

Neste primeiro artigo, gostaria de agradecer à equipe do MinhaVida pela oportunidade de trazer meus textos para vocês, leitores. Pretendo abordar, de maneira simples os conceitos de finanças pessoais, incluindo o planejamento financeiro, os investimentos, o crédito, dentre outros. Dito isso, vamos ao trabalho.

Não há como dissociar a saúde do corpo e da mente da saúde financeira. Sem ela, os nossos especialistas médicos podem atestar com mais autoridade que eu, a nossa vida fica tumultuada, vem insegurança, ansiedade, enfim, ficamos em desequilíbrio.

Podemos, então, procurar o equilíbrio pela regra básica das finanças pessoais que é o equilíbrio entre o que se ganha e o que se gasta. Quando gastamos mais do que ganhamos, há uma diferença que precisa ser coberta por alguém, normalmente um banco ou financeira. Mas falaremos do crédito uma outra oportunidade.

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Não há como dissociar a saúde do corpo e da mente da saúde financeira

Vamos explorar um pouquinho mais o porquê desse descasamento, começando pela falta de um orçamento. Mas clama lá. Se você não tem um, não precisa sair correndo para contratar um contador ou economista. O passo mais simples é você fazer uma listagem, em um pedaço de papel, de todos os seus gastos. Quando uso a palavra "todos", quero dizer todos mesmo, e não apenas alguns.

Este levantamento inicial lhe dará uma visão, muitas vezes desconhecida, de quanto custa para você atravessar o mês. Quem irá custear isso será sua renda, e se ela não for compatível com o seu custo, obviamente, ou você está ganhando pouco ou gastando muito.

Tanto em um caso como no outro, é necessária uma atitude imediata: adequar o orçamento à renda. Nesse caso, você tem duas possibilidades sendo que uma é mais factível que a outra.

Cortar gastos está mais ao seu alcance do que aumentar a renda, principalmente no curto prazo. Você pode até tomar medidas drásticas, como cancelar a TV a cabo, por exemplo, colocando a religação como meta para o momento em que conseguir resolver o outro lado da equação, que é o aumento na renda.

Este assunto não acaba aqui e, no nosso próximo encontro, continuaremos a discutir um pouco mais sobre o equilíbrio financeiro.