7 exames ginecológicos que toda mulher deve fazer

Veja quais as indicações, passo a passo e tudo sobre os principais exames ginecológicos

POR BEATRIZ CAETANO - PUBLICADO EM 27/05/2019

Você tem o hábito de ir ao ginecologista pelo menos uma vez ao ano? Embora nem todas as mulheres sigam à risca essa tarefa, a verdade é que o acompanhamento ginecológico é essencial para prevenção e diagnóstico prévio para doenças.

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Algumas mulheres acabam adiando a ida ao ginecologista devido aos tipos de exames solicitados, que podem causar certo desconforto em alguns casos. Mas, ainda assim, é importante ter em mente que esses procedimentos são fundamentais para identificar possíveis ISTs, alterações hormonais, cistos e tumores.

Quando o assunto é exames ginecológicos, muito se fala sobre o temido papanicolau ou a dolorosa mamografia. Porém, existem outros procedimentos imprescindíveis para o rastreamento de doenças, e por isso selecionamos os principais; confira abaixo:

Papanicolau

- O que é e para que serve?
O exame de papanicolau, também chamado de colpocitologia, é um exame de rastreamento do câncer do colo do útero, o terceiro tumor mais frequente na população feminina, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). O procedimento consiste na coleta de células da região externa e interna do colo do útero, detectando precocemente quaisquer alterações.

O papanicolau também faz a análise das células da região do colo uterino para identificar infecções vaginais e infecções sexualmente transmissíveis (IST), vale destacar.

- Quem deve fazer?
O exame é recomendado para mulheres entre 21 e 64 anos que já tiveram relações sexuais, independentemente se sua vida sexual for ou não ativa.

- Passo a passo do exame
Para a coleta do material, é introduzido um instrumento chamado espéculo vaginal, popularmente conhecido como ?bico de pato?. O profissional da saúde faz a inspeção da vagina e do colo do útero com uma pequena espátula ou escovinha e faz uma raspagem da região do colo do útero. Esse material é colocado em uma lâmina ou em um pote com um líquido especial para ser analisado em laboratório.

De acordo com Maíta Poli de Araújo, ginecologista do Fleury Medicina e Saúde, a mulher não pode ter relações sexuais dois dias antes da realização do papanicolau nem usar ducha ou cremes vaginais. Também não deve estar menstruada pelo menos dois dias antes da coleta.

- Periodicidade
O exame deve ser feito anualmente. Após dois exames consecutivos normais, o médico pode indicar que o procedimento seja feito a cada três anos, conforme define a Organização Mundial de Saúde (OMS), associado ou não aos exames para detecção dos HPVs. Contudo, mulheres HIV positivas devem fazer o rastreamento citológico a cada seis meses.

- Duração do exame
O papanicolau dura menos que cinco minutos e é feito por um profissional de saúde experiente no procedimento.

- Resultados
Segundo Maíta Poli de Araújo, os resultados são classificados em citologia negativa para lesão intra-epitelial e malignidade ou com anormalidades de células escamosas ou glandulares, com progressivos graus de atipias, desde atipias indeterminadas até alterações citológicas sugestivas de carcinoma invasor.

Os exames alterados devem ser vistos por profissionais experientes, uma vez que as condutas e tratamentos são diferentes, conforme cada caso e fase da vida. Para ampliar estas avaliações, o ginecologista poderá solicitar exames complementares, como testes para pesquisa de HPVs, colposcopia e biópsias.

Colposcopia

- O que é e para que serve?

A colposcopia é um exame que detecta lesões no colo do útero e vagina por meio de um colposcópio, aparelho que assemelha-se a um microscópio e permite uma melhor visualização de lesões nesses locais. Esse procedimento é complementar ao papanicolau, ou seja, pode ser solicitado quando o médico necessita de mais detalhes na avaliação.

Biópsias também podem ser feitas no momento da colposcopia, caso sejam identificadas lesões. Desta forma, o especialista fará a remoção de uma pequena amostra de tecido do colo do útero ou das paredes vaginais no momento do exame.

O ginecologista Claudio Basbaum explica que, pelas imagens observadas no colo do útero, é possível reconhecer e detectar áreas focais suspeitas de displasia e outras anormalidades não visíveis a olho nu, permitindo direcionar as regiões mais favoráveis para se fazer a biópsia, já que aquelas realizadas às cegas não são confiáveis.

- Quem deve fazer?
A colposcopia pode ser complementar à algum resultado alterado do papanicolau ou solicitado pelo médico quando, durante o exame ginecológico, visualizar alguma alteração macroscópica no colo do útero ou vagina. O exame com ou sem biópsia pode ajudar a determinar se e quando for necessário um tratamento específico.

- Passo a passo
O exame não apresenta qualquer maior desconforto, sendo similar ao exame ginecológico de rotina, só que complementado com a visualização das parede vaginais e do colo uterino através do colposcópio.

Com a paciente em posição ginecológica, é colocado o espéculo vaginal então após a visualização do colo com o colposcópio uma primeira vez, o ácido acético é o primeiro líquido colocado sobre o colo do útero e na vagina para corar as células e para permitir que a médica veja melhor onde as células anormais estão localizadas e o tamanho de todas as áreas anormais.

Quando esta solução é utilizada, a paciente pode sentir uma sensação de queimação ou ardência leve.

O tamanho, tipo e localização de células anormais vão ajudar a determinar qual área pode precisar ser biopsiada. Quando necessário, as biópsias podem ser realizadas com anestesia local.

Após essa visualização com ácido acético é aplicado o lugol, substância à base de iodo com a função de corar o colo do útero e as paredes vaginais para fornecer ainda mais informações. Pessoas com alergia a iodo devem informar a médica para que essa parte do exame não seja realizada.

- Periodicidade
O exame é solicitado sempre que houver um teste de papanicolau alterado ou suspeito. No entanto, alguns médicos optam por prescrever a colposcopia anualmente apenas para rotina.

- Duração do exame
A colposcopia leva entre cinco e 10 minutos, e provoca um desconforto mínimo para a maioria das mulheres.
- Resultados
Um resultado é considerado normal quando nenhuma área com lesão é encontrada e todo o colo e paredes vaginais se coram de maneira uniforme com os líquidos aplicados. Quando a biópsia é realizada, a amostra de tecido é enviada para exame microscópico realizado por médicos patologistas para o diagnóstico final.

"Podem ser diagnosticadas lesões benignas, como uma cervicite, sinais compatíveis com infecção pelo HPV, lesões displásica em diferentes graus e um câncer em estado inicial, "in situ" ou já invasivo", afirma Claudio.

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Vulvoscopia

- O que é e para que serve?

Vulvoscopia é o exame da vulva, que consiste em avaliar as estruturas, pele e mucosas do órgão genital externo feminino. A vulva fica entre o púbis (região de pelos), a região perianal (próxima ao ânus), as pregas da raiz das coxas e a entrada da uretra e vagina.

Essa é uma área de transição da pele externa para a mucosa que reveste a vagina. A região erógena é muito sensível, vascularizada e responsável por uma grande parte da sensibilidade na relação sexual. E, por apresentar todas essas características, pode ser também um grande depositário de problemas desta natureza.

A vulvoscopia é considerada um exame complementar ao papanicolau para prevenção e diagnóstico de lesões da vulva, sendo o foco principal as lesões precursoras do câncer vulvar.

"De modo similar ao que ocorre no colo uterino, na vulva é possível diagnosticar e tratar as lesões precursoras, ou seja, em suas fases bem iniciais, sendo chamadas de NIVs (Neoplasia Intraepitelial Vulvar)", indica o ginecologista Marcelo Marinho de Souza.

- Quem deve fazer?
A vulvoscopia normalmente ocorre em conjunto com a colposcopia. Ademais, ele é um exame complementar a algum resultado alterado do papanicolau ou solicitado pelo médico quando, durante o exame ginecológico, visualiza-se alguma alteração macroscópica na região da vulva ou períneo.

- Passo a passo
O exame é feito com o colposcópio, instrumento que permite visualizar com aumento a superfície da pele e mucosas. A vulvoscopia não é dolorida e pode ser feita em qualquer época da vida, inclusive na gestação.

O médico aplica uma solução de ácido acético a 5% por cerca de 1-2 minutos, seguida de uma observação minuciosa da vulva, períneo e região do útero com o auxílio de uma bolinha de algodão.

- Periodicidade
Segundo Marcelo Marinho de Souza, não há periodicidade definida. Desta forma, fica à critério médico solicitar o exame anualmente como rotina ou em casos que o ginecologista identificar lesões suspeitas ao exame ginecológico comum.

- Duração do exame
A vulvoscopia dura entre cinco e 10 minutos.

- Resultados
Os sintomas avaliados durante a vulvoscopia podem corresponder a diversas enfermidades, como:

  • Doenças autoimunes (Líquen, Doença de Behçet e psoríase)
  • Infecções bacterianas (candidíase, cancro mole e furunculose)
  • Infecções virais (herpes, molusco contagioso e HPV)
  • Infestações (carrapato, oxiúros e larvas)
  • Doenças pré-malignas, malignas (câncer)
  • Infecções sexualmente transmissíveis (IST).

O histórico e exame clínico da paciente, juntos com a vulvoscopia, permitem uma avaliação mais assertiva para a prevenção e tratamento das doenças dessa região.

Ultrassom pélvico

- O que é e para que serve?

O ultrassom pélvico é feito na região do abdome e pelve, sendo um procedimento mais simples e menos invasivo para avaliar a anatomia do aparelho reprodutor feminino. Esse é um exame de imagem que usa a propagação de ondas sonoras pelos tecidos visando o estudo dos órgãos da pelve e suas doenças correlacionadas.

- Quem deve fazer?
A ultrassonografia pélvica pode ser indicada para mulheres de qualquer idade, inclusive menores de idade e/ou que não tenham iniciado a vida sexual. O exame é necessário para detectar doenças na região pélvica, como endometriose, pólipos endometriais (dentro da cavidade do útero), miomas, gravidez nas trompas ou fora da cavidade do útero e tumores de ovários.

- Passo a passo
O exame deve ser feito com a bexiga cheia e, para isso, é necessária a ingestão de água com antecedência, cerca de uma hora antes da realização do exame. O médico ultrassonografista aplica um gel específico para a realização do exame na região pélvica e pressiona o transdutor, dispositivo manual conectado a um computador que capta os sinais ultrassônicos da região aplicada.

- Periodicidade
O ginecologista Marcelo Marinho de Souza afirma que não existe um consenso sobre a periodicidade desse exame, mas, de forma geral, deve ser realizado uma vez ao ano, como rastreamento de doenças da pelve.

Além disso, pode ser indicado em intervalos menores, quando é necessário o acompanhamento de estruturas anormais já identificadas anteriormente.

- Duração do exame
O ultrassom pélvico dura aproximadamente 20 minutos.

- Resultados
Quando o resultado do exame aparece negativo, é sinal de que a região analisada não possui anormalidades detectáveis. A depender da suspeita clínica, outro método de imagem pode ser necessário para garantir a ausência de patologia.

Quando positivo, com descrição de alguma patologia, a conduta clínica/cirúrgica pode ser implementada, a menos que exista necessidade de um exame de imagem complementar com melhor abrangência anatômica para programação cirúrgica.

Ultrassom transvaginal

- O que é e para que serve?

O ultrassom transvaginal é um complemento do exame de ultrassom pélvico. Como o fundo da vagina fica mais próximo dos órgãos genitais internos, o procedimento permite um melhor contato e possibilita avaliá-los com maior precisão, o que não acontece com o exame pélvico.

O ultrassom transvaginal é indicado para detectar doenças na região pélvica como endometriose, pólipos endometriais, miomas, gravidez ectópica, tumores de ovários e outras condições ginecológicas.

- Quem deve fazer?
Por ser introduzido no canal vaginal, é recomendável que apenas mulheres que já tenham a vida sexual ativa sejam submetidas ao procedimento. No início da gestação, inclusive, este exame é fundamental para avaliar a implantação do embrião, estimar o tempo e desenvolvimento da gestação e fazer o primeiro exame morfológico para determinar a translucência nucal - que rastreia alterações genéticas além do colo uterino.

Esse exame mudou muito a capacidade de avaliar os órgãos pélvicos na mulher, permitindo que o médico tome decisões mais assertivas.

- Passo a passo
Não é necessário ingerir líquidos antes do exame, uma vez que a bexiga deve estar vazia para esta avaliação. Para o procedimento, a paciente deve se deitar em posição ginecológica. O médico insere uma sonda, devidamente protegida por preservativo e lubrificada (geralmente com gel)no canal vaginal. A câmera na sonda é posicionada de forma a captar imagens do aparelho reprodutor feminino.

O exame pode causar certo desconforto, mas não deve doer. "Deve ser realizado preferencialmente fora do período menstrual, sobretudo pelo conforto da paciente, a não ser que haja solicitação médica para avaliá-la nessa fase do ciclo ou que se trate de um caso de urgência", explica a ginecologista Luciana Longo, ginecologista e obstetra da Medicina Fetal do Grupo Fleury.

- Periodicidade
O exame deve ser feito uma vez ao ano. No entanto, pode ser indicado em intervalos menores, quando é necessário o acompanhamento de estruturas anormais já identificadas anteriormente.

- Duração do exame
O ultrassom transvaginal leva entre 10 e 15 minutos, provocando um desconforto mínimo para a maioria das mulheres.

- Resultados
Segundo Luciana Longo, os resultados incluem imagens ecográficas, interpretadas em um laudo pelo médico ultrassonografista que fez o exame.

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Ultrassom de mamas

- O que é e para que serve?

O ultrassom de mamas é feito para avaliar o tecido mamário, incluindo avaliação da área das axilas. O exame permite detectar lesões, como cistos ou nódulos, podendo, ainda, complementar o diagnóstico da mamografia e auxiliar na realização de biópsias.

- Quem deve fazer?
O ultrassom das mamas pode ser indicado para mulheres abaixo dos 40 anos e/ou com tecidos mamários mais densos. Entretanto, também pode ser prescrito para pessoas de qualquer idade com área ou nódulo palpável (incluindo mulheres, homens e até crianças),ou histórico familiar do câncer de mama. Também é recomendado para mulheres grávidas, que não podem ser expostas à mamografia.

- Passo a passo
Este exame não necessita de preparo. Recomenda-se apenas evitar o uso de cremes e desodorante antes do exame. Durante o procedimento, o médico ultrassonografista aplica um gel específico para a realização do exame nas mamas e pressiona o transdutor, dispositivo manual conectado a um computador que capta os sinais ultrassônicos da região aplicada. O transdutor é passado nas mamas e na área das axilas.

- Periodicidade
A realização do exame é indicada a cada um ou dois anos ou sempre que o médico considerar necessário.

- Duração do exame
A ultrassonografia mamária leva entre 15 e 30 minutos.

- Resultados
Os resultados do exame podem ser normais ou apresentarem alterações como linfonodos (gânglios), cistos, nódulos ou condensações do parênquima. De qualquer forma, o exame deve ser interpretado em um laudo pelo médico ultrassonografista que fez o exame e, em seguida, analisado pelo ginecologista.

Mamografia

- O que é e para que serve?

A mamografia é um exame radiológico para avaliação das mamas, feito com um aparelho de raio X chamado mamógrafo. O procedimento serve para o rastreamento do câncer da mama quando busca lesões mínimas, não palpáveis, ou alterações denominadas microcalcificações.

- Quem deve fazer?
A mamografia deve começar a ser feita a partir dos 40 anos para mulheres da população geral.

Porém, para aquelas que possuem casos de câncer de mama na família, em parentes de primeiro grau (mãe, irmã e/ou filha), o risco de câncer de mama pode ser maior que o da população geral. Nestes casos, a mamografia pode começar a ser feita 10 anos antes do caso mais precoce entre as parentes que tiveram a doença.

Mas há exceções: a mamografia não é recomendada antes dos 25 anos porque a mama é mais suscetível à radiação nessa faixa etária. Portanto, mesmo mulheres que tiveram casos familiares de câncer muito cedo (aos 30 anos, por exemplo) devem esperar até os 25 para fazer a primeira mamografia. Antes disso, a indicação nesses casos são ultrassonografias.

- Passo a passo
No dia do exame, recomenda-se não utilizar talco, desodorante ou creme nas mamas e na região das axilas. "Para reduzir o desconforto, é recomendável que mulheres em idade fértil façam a mamografia entre o quinto e décimo dia do ciclo menstrual, quando as mamas estão menos sensíveis", aconselha Luciana Longo. Ou, então, agende o exame em período determinado pelo médico.

Para fazer o exame, você ficará em pé e fará pelo menos duas imagens de uma mama, sendo uma de cada vez. A mama será comprimida firmemente entre duas placas planas a fim de espalhar o tecido mamário e reduzir a dose de radiação necessária para obtenção de uma imagem adequada. Todo o tecido mamário e a axila devem ser incluídos na análise.

A compressão causada pela mamografia pode causar certo desconforto à mulher, mas não deve machucá-la.

- Periodicidade
A mamografia deve ser feita uma vez ao ano- mas em casos de histórico familiar o exame pode ser solicitado em intervalos menores.

- Duração do exame
De acordo com Luciana Longo, o procedimento dura apenas alguns segundos em cada mama e não causa dor intensa, embora possa ser um pouco incômodo.

- Resultados
O sistema padronizado de classificação dos resultados da mamografia é chamado de BI-RADS. Ele é utilizado no mundo todo e, por isso, permite comparação entre casos. A classificação é feita de 0 (zero), quando necessita de exames adicionais, a VI (seis), quando o câncer já é conhecido, detectado por outros exames, ou quando o caso é muito específico. As classificações intermediárias ajudam a determinar se o nódulo encontrado é benigno ou não, auxiliando também na necessidade da solicitação de uma biópsia, por exemplo. Saiba mais sobre os resultados da mamografia clicando aqui!

Referências

(1) Maíta Poli de Araújo, ginecologista Fleury Medicina e Saúde

(2) Luciana Longo, ginecologista e obstetra da Medicina Fetal do Grupo Fleury
(3) Claudio Basbaum, médico com especialização na Universidade de Paris-França. Professor-Doutor em Ginecologia e Obstetrícia, pioneiro da laparoscopia no Brasil (1967), Introdutor do Parto Leboyer ("Nascimento sem violência") e da técnica "Shantala" (Massagem para bebês) no Brasil e defensor de técnicas menos agressivas à mulher e ao bebê.
(4) Marcelo Marinho de Souza, graduado em Medicina e com Mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Diretor Médico do Centro de Reprodução Humana FERTIPRAXIS, especialista em Reprodução Humana com títulos pela Rede Latino Americana de Reprodução Humana (RedLara) e Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). É membro da American Society for Reproductive Medicine (ASRM) e da European Society of Human Reproduction and Embriology (ESHRE).

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